domingo, 15 de junho de 2008

Surpresas da Vida


"Procurei a Deus, não achei
Procurei a mim, me perdi
Procurei o outro e encontrei os três
Surpresa que a vida me fez."

Esta postagem eu dedico a uma grande amiga e a um novo amigo. A imagem selecionada para acompanhar o texto "desvendará" as entrelinhas para ambos.

Trecho da música "Encontrei tua face" de Vicente e Cássio Abreu

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Palavras

Escolhi um cartão sem texto.
A moça da loja perguntou se eu ia escrever.
Tive vontade de dizer: “Não, vou entregar em branco”.
Um cartão em branco pode ser bastante sugestivo.
Um estímulo à imaginação.
Gosto da impressão, eu gosto.
Palavras às vezes estragam pois não conseguem abarcar o conteúdo, o significado...
Vilania deliberada, ou não.
Por outro lado, até Deus se faz Palavra.
Heroísmo dilacerado, sim!
Creio que sejamos nós que não sabemos usá-las.
Pobres de nós em meio à riqueza das palavras.
Pobre de mim que não sei o que dizer.
Um dia eu aprendo.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Amigo / Força de Deus


"(...) mas se recorres à verdade sempre viva e permanente, não te entristecerás pela ausência e morte de um amigo..." Imitação de Cristo (Livro 3, cap. 42)

Foto: Turtupilin Macho. Fonte: http://olhares.aeiou.pt

sábado, 17 de maio de 2008

Caverna

quinta-feira, 17 de abril de 2008


"Os opostos se distraem / Os dispostos se atraem".

Realejo - Teatro Mágico: Fernando Anitelli / Danilo Souza

domingo, 30 de março de 2008

Festa da Misericórdia


Será que existe algo mais desconcertante que a misericórdia? Primeiro domingo após o domingo de Páscoa: Festa da Divina Misericórdia... Data muito especial. Eu não podia deixar de postar alguma coisa... O problema é apenas o nó na garganta.

"Oh sangue e água que jorrastes do coração de Jesus como fonte de misercórdia para nós, eu confio em Vós."

sexta-feira, 21 de março de 2008

Outono


Se há uma estação que me desconcerta... é o outono. Perceber a beleza desta estação é compreender a necessidade de mudanças. É amadurecer ao pisar nas folhas que, a qualquer instante, o próprio vento cuidará de espalhar. É apreciar a transição sem se preocupar com o fim do processo.

Sei que há outonos que duram um dia ou até mesmo apenas alguns segundos. Outros duram alguns meses, talvez anos... Há aqueles que duram uma vida inteira! De qualquer modo, iniciar um outono é sempre um momento epifânico. Saboreá-lo é acreditar na revelação desconcertante.