sábado, 17 de maio de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
Festa da Misericórdia

Será que existe algo mais desconcertante que a misericórdia? Primeiro domingo após o domingo de Páscoa: Festa da Divina Misericórdia... Data muito especial. Eu não podia deixar de postar alguma coisa... O problema é apenas o nó na garganta.
"Oh sangue e água que jorrastes do coração de Jesus como fonte de misercórdia para nós, eu confio em Vós."
sexta-feira, 21 de março de 2008
Outono

Se há uma estação que me desconcerta... é o outono. Perceber a beleza desta estação é compreender a necessidade de mudanças. É amadurecer ao pisar nas folhas que, a qualquer instante, o próprio vento cuidará de espalhar. É apreciar a transição sem se preocupar com o fim do processo.
Sei que há outonos que duram um dia ou até mesmo apenas alguns segundos. Outros duram alguns meses, talvez anos... Há aqueles que duram uma vida inteira! De qualquer modo, iniciar um outono é sempre um momento epifânico. Saboreá-lo é acreditar na revelação desconcertante.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Existem outros desconcertados...
Outro Universo...
Existe um universo que desconheço
E eu penso que vejo...
Mas é que existe um universo que desconheço
E eu ainda esqueço...
Existe um universo que desconheço
E eu penso que vejo...
Mas é que existe um universo que desconheço
E eu ainda esqueço...
Renato Luiz
(Fonte:http://pomespi.blogspot.com)
(Fonte:http://pomespi.blogspot.com)
domingo, 2 de março de 2008
A um amigo melancólico
"Quando a gente está triste demais, gosta do pôr-do-sol"
Antoine de Saint-Exupéry
Antoine de Saint-Exupéry
Foto: Vasco Nunes. Fonte: http://olhares.aeiou.pt
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
O que faço por meus amigos

Eu tenho amigos. Graças a Deus! Vibro ao ler os manuscritos reunidos e publicados de um deles ou a ouvir letras e melodias inefáveis que outros lançam para elevar o mundo; choro ao me despedir de quem vai exercer sua profissão ou realizar seu sonho e vocação do outro lado do oceano; emociono-me com aquele que celebra um mistério com tanto carinho; torço por aqueles que se dão um ao outro na presença da comunidade; rezo ao ler singelas cartas escritas nos intervalos de dias atribulados e corridos; faço hora com a cara de quem permite ou até necessita disso; desconcerto-me com quem, aceleradamente, conquista cada vez mais intimidade e liberdade junto ao meu coração; rio sozinho ao perceber aquele que se alegra com a minha felicidade; abraço apertado quem desejo consolar; mudo meus planos para poder ouvir uma partilha; durmo pouco para poder ser amigo; tenho prazer em conhecer o que é invisível aos olhos; volto atrás e não me envergonho de pedir desculpas; e, ainda, perdôo aquilo que se diria imperdoável a quem, deliberadamente, dou o privilégio de ser irmão.
Sou feliz por ter amigos. Digo amigos mesmo. Falo de amizades profundas. Detesto superficialidades e, às vezes, pago um preço caro por isso. Perco aquilo que me é muito precioso. Ainda assim, vale à pena ser amigo. Vale à pena ter amigos. E eu tenho amigos. Graças a Deus!
Sou feliz por ter amigos. Digo amigos mesmo. Falo de amizades profundas. Detesto superficialidades e, às vezes, pago um preço caro por isso. Perco aquilo que me é muito precioso. Ainda assim, vale à pena ser amigo. Vale à pena ter amigos. E eu tenho amigos. Graças a Deus!
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